«Para suportar a sua própria história, cada um acrescenta-lhe um pouco de lenda.» Marcel Jouhandeau

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Set 08

 

 
Com o nascimento das primeiras cidades sumérias e Egpípcias (4000 a.C.), desenvolveram-se actividades que ,como o comércio e a agricultura ,precisavam de ser simbolizadas.Era preciso um sistema de comunicação por todos aceite. Era preciso saber contar os produtos comprados vendidos ou armazenados. As colheitas precisavam também de ser contabilizadas. Essa é a origem longínqua ,dos números que utilizamos até hoje.
Por volta de 1650 a.C., o egípcio Aahmesu escreveu o Papiro Ahmes, um manual de matemática contendo 90 problemas do dia-a-dia, referentes ao preço de pão, à alimentação do gado, etc. Todos resolvidos. Este manual foi o ponto de partida , para os cientistas compreenderem o sistema numeração egípcio, que se baseava em 7 símbolos representando 7 números- chave.
Apenas por volta do século III a.C. começou a formar-se um sistema de numeração bem mais prático: o sistema de numeração romano. Os romanos foram espertos. Eles não inventaram símbolos novos, para representar os números; usaram as próprias letras do alfabeto.  I  V  X  L C  D.
 No entanto a invenção do zero ainda não tinha chegado ao Ocidente.
A ideia dos hindus de introduzir uma símbolo para significar o nada , o vazio – um ovo de ganso, redondo – ocorreu na Índia, no fim do século VI . Mas foram necessários muitos séculos para que esse símbolo chegasse à Europa.
Com a introdução do décimo sinal – o zero – o sistema de numeração tal qual o conhecemos hoje ,estava completo. 
 No entanto, até chegarmos aos números que hoje aprendemos a interpretar e escrever, os símbolos criados pelos hindus mudaram bastante.
Evolução do sistema numérico Hindu
Hoje, estes símbolos são chamados algarismos indo-arábicos. Porque tendo sido criados na Índia,  foram os Árabes que os divulgaram por todo o Ocidente
 
 
 
 

 


Muito boa a resposta!Gostiii!;)
Anónimo a 25 de Fevereiro de 2013 às 21:02

Legal
Anónimo a 19 de Junho de 2013 às 16:34

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Historiar é olhar para trás…sem virar a cabeça. De resto, não te serviria de nada.
 
Porque olhar para trás é, neste caso, olhar para o passado e este foi-se, não o podes ver.
 
No entanto não desapareceu totalmente. Deixou marcas suficientes nos locais e nas gentes que descobertas, relacionadas, datadas e com um pouco de imaginação à mistura, fizeram a História do nosso país.
 
Que a descubras por ti próprio e com ela aprendas é o que te propomos.
 
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